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Os programas conjuntos melhoram a capacidade de cooperação internacional
Erasmus Mundus: a globalização do Ensino Superior
Depois desta experiência tão positiva se decidiu continuar com o programa e se iniciou a segunda fase para o período 2009-2013. A missão segue sendo a mesma: melhorar o ensino universitário européia para que se reconheça sua excelência acadêmica a nível mundial e fomentar o entendimento intercultural mediante o desenvolvimento da cooperação com terceiros países nesse campo educativo. Mas esta etapa contempla uma série de novidades, tanto nas diferentes ações como no financiamento.
Na fase 2009/2013, além das titulações de Másteres vinculadas a diferentes universidades se incluem a possibilidade de realizar programas conjuntos de Doutorado. Se financiarão estas titulações (outorgando prioridade àquelas que conduzam à realização de títulos conjuntos) e se concederão bolsas a estudantes e professores de países europeus que se matriculem neste tipo de programas conjuntos (na convocação anterior os comunitários não acediam às bolsas).
Em que consistem os programas conjuntos? Trata-se de que três instituições de três países diferentes da União Européia elaborem um programa de Mestrado ou Doutorado baseando-se em pautas e regras concertadas (como os critérios de admissão, preços dos créditos, conteúdo do programa…). Os alunos terão a possibilidade de cursar o programa em, ao menos, dois das instituições do consórcio, de tal maneira que o aluno realize parte dos créditos em cada instituição (que serão reconhecidos em todos os centros de maneira automática). Ao finalizar o programa os estudantes receberão um certificado de titulação conjunta expedida pelas instituições participantes ou em seu defeito por titulações duplas ou múltiplas.
Para cursar um mestrado ou Doutorado Erasmus Mundus o estudante terá que cumprir com os requisitos de admissão específicos de cada um. Cada programa de pós-graduação se reserva um número de vagas determinado de estudantes e docentes pertencentes a terceiros países.
Os programas conjuntos melhoram a capacidade de cooperação internacional e nela participam instituições acadêmicas com reconhecida experiência na gestão de programas internacionais de mobilidade. Graças a esta iniciativa estudantes de grupos mais vulneráveis podem aceder a um ensino superior de qualidade.
Por outro lado as instituições não européias de Educação Superior também podem participar nos programas conjuntos como sócios colaboradores (ação 2, mais conhecida como anteriormente como Janelas de Cooperação ao Exterior que organiza grupos de países segundo sua localização geográfica para realizar os programas de mobilidade). Nesta ação se ampliam os objetivos e mecanismos desenvolvidos nestes anos anteriores. A Comissão Européia financiará, mediante convocações anuais, atividades de cooperação entre grupos e consórcios de centros educativos (por exemplo, transferência de conhecimentos, reconhecimento mútuo de estudos e intercâmbio de estudantes e de pessoal docente em todos os níveis).
Por último, a Ação 3 do programa Erasmus Mundus denominada Promoção do Ensino Superior Européia financiará a realização de atividades de informação e promoção de projetos encaminhados a difundir a excelência do Ensino Superior européia, bem como a melhora de sua capacidade de atracção de cara a outras regiões do mundo. Em concreto se refere à organização de encontros, seminários, conferências, publicações, estudos e análises, desenvolvimento de redes…
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