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Chinês através do computador
Internet mudou revolucionado o mundo, a chegada das novas tecnologias faz possível uma nova forma de aprender idiomas sem ter que ir a nenhuma escola. Para aprender chinês existem muitos recursos online. Ainda que a Rede não pode suplantar o contato com os nativos facilita sua aprendizagem.
O Governo chinês lançou em 2006 um portal onde se oferece o ensino do chinês mandarín. Patrocinado pelo Escritório Nacional de Ensino do Chinês como Idioma Estrangeiro (ONECHIE) de China, o portal tem como objetivo oferecer aprendizagem em linha, serviços de investigação e vários recursos de aprendizagem. O lugar inclui cursos interativos em linha, comunidades virtuais, blogs e outros recursos.
O Mestrado Internacional em Cultura, Sociedade e Economia Chinesa, dado pela Universidade de Alcalá de Henares, Madri-IAEU oferece uma formação universitária internacional sobre a Civilização Chinesa, desde suas origens à atualidade. Cursa-se durante dois anos acadêmicos integralmente a distância no Campus Virtual do centro.
Se desejas aprender chinês a teu ritmo ou simplesmente introduzir-te na cultura do país há dezenas de páginas em Internet com diferentes recursos:
Chinês-Chinesa.com: Excelente Web na que põem a disposição do usuário dicionários, várias lições de mandarín, ferramentas, recursos de entretenimento, informação sobre o país e artigos sobre a cultura chinesa.
Idiomachino.com: Página na que te poderás acercar à história do idioma e apontar-te a cursos de chinês.
Toda China: Portal dedicado a China e ao idioma chinês. Podereis encontrar questões gerais sobre o idioma chinês mandarín, generalidades sobre este grande país, lições de chinês para Podcast ou canções chinesas traduzidas.
Sinohispania: Artigos sobre gramática, fonética, vocabulário, notícias, foros e muitos mais recursos a golpe de rato.
Com todos estes recursos não há desculpa para não se submergir no estudo do mandarín. Mais de 30 milhões de pessoas no mundo já o estão aprendendo e em Espanha parece do que deixou de ser uma moda para converter-se numa necessidade de cara ao futuro. Se os estudantes lhe põem um pouco de esforço e dedicação, em poucos meses este idioma lhes pode deixar de “soar a chinês”.
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