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Herramientas Web 2.0 aplicadas al mundo de las bibliotecas

Ferramentas Web 2.0 aplicadas ao mundo das bibliotecas

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Biblioteca 2.0

Plataformas sociais para compartilhar

Uma vez que conhecemos cuales são as pretensões da biblioteca 2.0 cabe propor-se como levar a cabo seus objetivos. Como permitir aos usuários ser parte ativa da biblioteca, que vias são as melhores pára recolhe a informação ou como oferecer serviços 2.0 são algumas das questões às que se enfrentam as bibliotecas de nossos dias. Nos dois últimos anos e cada vez com mais força esta questão se converteu num recorrente de discussão entre os bibliotecários e usuários interessados neste assunto.

A biblioteca 2.0 requer mudanças de todo tipo, desde uma redução das barreiras no acesso à tecnologia até uma nova mentalidade que permita dar flexibilidade aos sistemas bibliotecários.

Os elementos da Web 2.0 que podem aplicar a biblioteca 2.0 são muito variados. Blogs, sindicadores de conteúdos, etiquetados, chats, foros, espaços wiki, podcasting, bookmarks sociais (ao estilo do.icio.us), arquivos de imagens (como Flickr), vídeos (o popular YouTube), etc. Tudo isto é válido e susceptível de aplicar-se na Biblioteca 2.0. 

A integração da tecnologia e a mentalidade 2.0 nas bibliotecas tem um de seus efeitos na aparição do OPAC 2.0, também chamado OPAC social. As siglas OPAC significam “Ponto de acesso ao catálogo bibliográfico digital da biblioteca”, isto é, supõe a transformação do típico catálogo rígido num mais próximo ao usuário no que possa participar etiquetando seus recursos ou com comentário. Alguns exemplos de OPAC social são os da biblioteca da Universidade de Pensilvânia, que permite a seus usuários etiquetar com tags os recursos do catálogo ou a Ann Arbor District Library, que permite adicionar opiniões e dar uma pontuação.

Do.icio.us é outro dos instrumentos finque na biblioteca 2.0. Trata-se de um serviço de gestão de marcadores sociais em Web. Mediante esta aplicação o internauta pode agregar suas páginas favoritas e etiquetá-las com diferentes tags. O inovador é que  permite compartilhar a informação com outros usuários e cada enlace tem um contador que indica sua popularidade, portanto é um grande sistema para filtrar e organizar a informação.

É relevante que a biblioteca 2.0 não se limite a fomentar conteúdos próprios, deve sair ao ciberespaço e comentar páginas interessantes ou fomentar a criação de bitácoras nas que flua o diálogo entre os usuários do centro. Inclusive promocionar o uso de Internet e suas ferramentas com iniciativas pedagógicas dirigidas aos usuários, afinal de contas os bibliotecários devem facilitar e guiar o acesso à cultura e às novas ferramentas originadas para compartilhar informação.

Um exemplo prático de ferramentas 2.0 é o seguinte, imaginemos que uma biblioteca deseja pôr ao alcance de seus usuários uma série de imagens. Para isso pode pendurá-las na rede em páginas html ou incluí-las em seu catálogo bibliográfico. Até aqui as opções se incluiriam dentro das possibilidades que dá a Web tradicional. Agora bem, a biblioteca 2.0 elegeria outra via, por exemplo publicá-las em servidores nos que os usuários penduram suas fotografias e as compartilham com o resto da comunidade, permitindo que os demais possam comentá-las e reutilizá-las.

Outra situação que se pode dar é que uma biblioteca de um centro universitário recopila uma seleção de lugares Web interessantes para seus estudantes e deseja que estes o conheçam. Poderia publicá-los numa página Web, incluí-las no OPAC, ou bem criar uma conta em do icio.us e compartilhá-las no servidor. Outra opção seria instalar um software específico para que seus usuários possam criar suas listas de favoritos e compartilhá-las, como por exemplo o serviço links da Yale University Library ou, a um nível mais desenvolvido, PennTags da Universidade de Pennsylvania

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