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Ficha da notícia

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Se cumpre com a promessa de dotar a estas engenharias de um tratamento acadêmico similar ao de outros estudos
Com este passo as universidades já podem começar a trabalhar em suas novas titulações
09/03/2009
Reforma titulações
Em concreto se elaborarão sendas "fichas" para cada tipo de estudo
O Conselho de Universidades aprovou uma série de "recomendações" para a elaboração de planos de estudos dos títulos oficiais das atuais engenharia informática, engenharia técnica informática e engenharia química. Este novo marco acadêmico "cumpre com a promessa de dotar a estas engenharias de um tratamento" similar "ao de outros estudos de engenharia que sim têm status de profissão regulada", explicou Garmendia.
Uma comissão, formada por reitores e representantes do Ministério de Ciência e Inovação, dos Colégios Profissionais e de Faculdades e Escolas Universitárias estão já trabalhando nas "fichas" de diretrizes das titulações correspondentes a essas profissões, que atualmente não estão reguladas por lei.
Cumpre-se assim com uma das demandas fundamentais de estudantes e titulados, que reclamam ao Ministério que elabore uma série de fichas com diretrizes específicas para as titulações de Engenharia Informática e Engenharia Técnica Informática, nas mesmas condições que o resto de Engenharias.
Entre suas petições, também está a elaboração, por parte do Ministério de Indústria, Turismo e Comércio, de uma lei que regule as atribuições profissionais destes Engenheiros em Informática, para que a leve ao Parlamento e se ponha fim ao atual limbo legislativo no que se encontram estes profissionais.
As "fichas" serão similares em estrutura às de resto das Engenharias sobre as que o Ministério de Ciência e Inovação sim elaborou diretrizes. No caso das diretrizes de Informática, não se recolheriam numa ordem ministerial, já que se trata de profissões não reguladas por lei.
Essas fichas seriam, portanto, uma solução "transitória", à espera de que o Governo regule as profissões. Por sua vez, Garmendia assinalou que com este novo marco, o MICINN trata de dar cabida às demandas expressadas pelos engenheiros químicos e informáticos, dentro do âmbito de suas concorrências.
Finalizado este trabalho, as universidades estão nas melhores condições para desenhar, com um alto grau de liberdade, seus próprios ensinos de Grau e Mestrado adaptadas ao Espaço Europeu de Educação Superior (EEES).
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