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Jóvenes investigadores

Jovens investigadores

Uma das claves desta proposta gira em torno da idade média dos cientistas que trabalham em Espanha, que supera os 54 anos.
"Se deve afundar na incorporação de novos pesquisadores ao setor privado como ocorre em outros países europeus"
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18/04/2008

Jovens investigadores

O Ministério de Ciência e Inovação procura rejuvenescer a investigação espanhola

Ciência procura favorecer a mobilidade e a juventude no pessoal investigador

O novo Ministério de Ciência e Inovação pretende facilitar a mobilidade do pessoal científico entre a empresa privada, os organismos públicos de investigação e a Universidade com a incorporação de pesquisadores mais jovens.

Em roda de imprensa conjunta da ministra de Ciência e Inovação, Cristina Garmendia e o novo secretário de Estado de Investigação, Carlos Martínez,  enfatizou-se o desejo de que  “Espanha seja dona de seu futuro e a California de Europa”.

Para atingir estes objetivos o até agora presidente do CSIC destacou a importância de gerar conhecimento e transferí-lo ao tecido produtivo por meio da excelência, a cooperação entre os setores público e privado e a mobilidade dos pesquisadores, como claves principais.

Uma das claves desta proposta gira em torno da idade média dos cientistas que trabalham em Espanha, que supera os 54 anos. Neste sentido Martínez recomendou a “necessidade de fazer mais atraente aos jovens a investigação e seguir fomentando a presença de mulheres na ciência”.

Neste sentido o novo secretário de Estado de Investigação destacou o escasso número de pesquisadores que há em nosso país, onde a maior parte trabalham no setor público, pelo que afirma que “se deve afundar na incorporação de novos pesquisadores ao setor privado como ocorre em outros países europeus”.

O outro ponto que assinalou Martínez é a “internacionalização” do sistema nacional de ciência e tecnologia como objetivo para atrair a cientistas estrangeiros.

Por sua vez a ministra Garmendia destacou a importância da cooperação entre setores, ministérios e administrações em matéria de I+D+i, de maneira que “há que potenciar os sumandos de cada comunidade autônoma, vamos procurar a interlocução adequada para estudar as sinergias”, precisou.

Garmendia defendeu a vinculação  que agora têm as Universidades dependendo do Ministério de Ciência e Inovação já que “são relações investigadoras e tem muito sentido,  isso há que o engrandecer e não prevejo mal-estar, ao invés, cooperação e reforço'” destacou na roda de imprensa.

Do mesmo modo defendeu a colaboração com o Ministério de Educação elogiando o labor da Secretaria de Estado de Universidades e Investigação, dependente agora do anterior Ministério de Educação e Ciência.

Fonte: ÉFE Terra

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