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Modelo experimental

Modelo experimental

Este sistema permite enviar com o pensamento assinales a um computador através de um capacete leitor
O movimento se executa mediante a concentração dos pensamentos na ação desejada
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Esta notícia foi traduzida graças ao Tradutor Universia.

24/03/2008

Neurociência

Um pesquisador espanhol desenha a primeira cadeira de rodas controlada pela mente

Mediante um sistema de 30 eletrodos onde a mente do usuário dá ordens ao veículo

Uma equipe de cientistas com base em Suíça e dirigidos pelo pesquisador espanhol José do Rocío Millán trabalham no desenho de uma cadeira de rodas robótica controlada pela mente e por um sistema combinado de inteligência artificial.

As deficiências de muitos pacientes com paralisia medular  lhes impossibilita manejar os braços, reduzindo sua mobilidade à tecnologia atual. Até o momento os dispositivos tipo joystick supunham a principal ajudar para dar certa independência de movimentos mediante os dedos de uma mão ou inclusive a boca.

Este inovador sistema de 30 eletrodos não invasivos ( não é necessário operar ao paciente para implantá-los no cérebro, como ocorre em outras técnicas), permite enviar com o pensamento assinales a um computador através de um capacete leitor da mente mediante capas cerebrais de alta resolução.

Para realizar o movimento o sistema reconhece os impulsos elétricos encefálicos, e interpreta o que o usuário deseja fazer, traduzindo os sinais em ordens enviadas aos motores da cadeira com o objetivo de mover-se numa direção, frear ou sortear obstáculos.

O movimento se executa  mediante a concentração dos pensamentos na ação desejada, como se se realizasse com o braço, ainda que fisicamente não seja possível. Por exemplo, se o usuário pensa em mover o braço direito, o sistema capta o sinal para girar para a esquerda. Como ferramenta adicional, a nova cadeira conta com sensores que evitam o choque contra obstáculos ou que o usuário se precipite por uma custa em caso de perigo.

Ao redor de 2,5 milhões de pessoas de todo mundo se encontram em cadeira de rodas. Desta quantidade a metade são tetraplégicos, sem mobilidade em nenhuma extremidade, a maioria por causa de acidentes, mas encontrando-se mentalmente capazes. Este dispositivo autônomo é o idóneo para estes casos já que dirige entre o 10 e o 40 por cento das ações e o resto se deixa ao uso da mente.

Além da cadeira de rodas autônoma, está-se desenvolvendo um braço robótico controlado igualmente pelo cérebro, que poderia permitir aos pacientes com paralisia total realizar algumas ações básicas sem maior ajuda do que seus pensamentos. Como indica Millán, “um desenvolvimento futuro permitirá dirigir extremidades biónicas que possam abrir portas ou asir objetos” a pessoas sem braços.

Fonte: A Razão

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